Vacinação de cães e gatos: quando fazer e por que é tão importante

Raiva, cinomose, parvovirose, leucemia felina: entenda de quais doenças as vacinas protegem, quando vacinar filhotes e adultos e como manter o calendário em dia.

Veterinária aplicando vacina em um filhote de cachorro durante consulta

Introdução

Vacinar é a forma mais simples e eficaz de proteger cães e gatos contra doenças graves, muitas delas sem cura. Um calendário vacinal em dia protege o seu pet, os outros animais com que ele convive e, no caso da raiva, também as pessoas.

Por que vacinar

A vacinação previne doenças sérias como raiva, cinomose, parvovirose e leptospirose em cães. Os gatos precisam de proteção contra rinotraqueíte, calicivirose, panleucopenia e leucemia viral felina.

Manter o cronograma atualizado evita surtos e a transmissão entre animais da comunidade. A raiva, em especial, é uma zoonose fatal: segundo o Ministério da Saúde, a vacinação anual de cães e gatos é eficaz na prevenção da doença nos animais e, consequentemente, da raiva humana.

Quando vacinar

  • Filhotes: a imunização começa entre 6 e 8 semanas de vida, com reforços mensais até completar o esquema inicial.
  • Adultos: reforços anuais para preservar a imunidade.
  • Animais resgatados ou adotados: devem passar por avaliação veterinária para atualizar a proteção, mesmo sem histórico conhecido.

Vacina só em animal saudável

Antes de vacinar, o veterinário examina o pet. Febre, verminose ou outra doença ativa podem reduzir a resposta à vacina, por isso a consulta faz parte do processo.

Vacinas mais comuns

O esquema exato depende da idade, do histórico e da rotina do pet. Na consulta, a equipe monta o calendário e registra cada dose na carteirinha de vacinação, documento exigido em hotéis, creches, viagens e alguns condomínios.

Cuidados no dia da vacina

  1. Leve a carteirinha de vacinação para conferir as doses anteriores.
  2. Evite banho e esforço intenso nas horas seguintes à aplicação.
  3. Observe o pet: leve sonolência ou dor no local são comuns e passam em pouco tempo.
  4. Inchaço no rosto, vômitos ou dificuldade para respirar logo após a vacina são raros, mas exigem contato imediato com a clínica.

Se o deslocamento estressa o seu pet, a vacinação pode ser feita em casa, com o atendimento a domicílio da Spadacini.

Perguntas frequentes

Filhote pode sair na rua antes de completar as vacinas?

O ideal é esperar o esquema inicial ser concluído, pois doenças como parvovirose e cinomose são transmitidas no ambiente. O veterinário informa quando o passeio é seguro.

Gato que não sai de casa precisa vacinar?

Sim. Alguns vírus entram em casa por roupas, sapatos e objetos, e a antirrábica é importante para todos os gatos. A leucemia felina é avaliada conforme o risco de contato com outros felinos.

Esqueci o reforço anual. Preciso recomeçar tudo?

Depende do tempo de atraso e da vacina. Na consulta, o veterinário avalia o histórico e define se basta aplicar o reforço ou se é preciso refazer o esquema.

O calendário de vacinas do seu pet está em dia?

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